29 de março de 2017

Meu Período Sabático - Parte I

Olá, pessoal!


Vocês sabem que nunca fui de expor minha vida pessoal, mas certas coisas não são mais segredo pra ninguém e se eu não explicá-las, talvez vocês nem me reconheçam mais nos meus próximos vídeos e postagens. A questão é que de uns tempos pra cá eu dei início a uma nova etapa em minha vida, e com isso, minha forma de pensar e minhas prioridades mudaram.

Pensando nisso, hoje vou começar uma série de posts para conversar sobre uma fase que foi muito importante para mim: o meu período sabático. 

Já quero adiantar que meu objetivo é apenas contar minha história para que vocês entendam porquê ando meio sumida. Não quero de forma alguma incentivar alguém a fazer o mesmo, ainda mais considerando a crise que nosso país está passando. 

Entre tantas definições, o sabático trata-se de uma fase fora do mercado de trabalho, em que a pessoa se reinventa e aprimora para voltar mais capacitado (ou mesmo mudar de profissão). Não é exatamente ficar só descansando (no meu, aliás, foi o que menos fiz), sendo que algumas pessoas até continuam trabalhando (em área diferente ou com carga horária reduzida, para ter tempo de dedicar-se aos novos projetos).

Sobre isso, já adianto que não sou ryca nem tenho quem me banque, pelo contrário: como a maioria dos brasileiros, faço parte da classe C emergente (vulgo "pobre com crédito"). Sei que muitas pessoas questionam esse fato, mas a minha resposta é sempre a mesma: é só trocar o "me endividar" por "poupar" na famigerada frase "se eu não me endividar, não vou conseguir ter nada". E foi isso que eu fiz.

Minha Profissão

Pra quem não sabe, sou contadora e desde sempre sou simplesmente APAIXONADA por planejamento financeiro (e não é à toa que quando precisei, soube usar isso muito bem ao meu favor rs). Pensando nisso, escolhi cursar a graduação em Ciências Contábeis, pois foi o curso cuja grade me interessou mais (dentro das possibilidades que eu tinha). No terceiro ano da faculdade consegui um estágio em uma grande empresa do ramo financeiro, na área que eu escolhi e lá fui efetivada após 1 ano. Desde que me formei, aprendi outros idiomas e fiz outros cursos e treinamentos na área, além de sempre estudar muito sobre o assunto - o que fez com que eu ficasse cada vez mais fissurada não apenas em planejamento, mas também com o sistema financeiro.

Porém, nem tudo era tão lindo assim: eu trabalhava em uma área que me encantava, porém executando um trabalho que detestava. O pior é que já sabia que não havia nenhuma possibilidade de mudar - e que tudo o que fazia pra me aprimorar só servia pra alimentar a fachada que o mundo corporativo ama exibir (mesmo que na prática não se use nada daquilo).


Aqui já quero abrir um adendo: não culpo a empresa nem minha ex chefia pela minha estagnação. Ok, confesso que na época achava que 90% disso se devia à falta de reconhecimento, mas hoje vejo que tive TOTAL responsabilidade sobre o que aconteceu (assim como tenho sobre tudo o que está por vir em minha vida profissional). Não fui enganada nem obrigada a permanecer ali. E digo mais: aquela oportunidade de estágio (e consequente efetivação) foi a melhor que eu poderia ter, dentro do que tinha a oferecer como profissional. Essa percepção tem sido essencial para o meu crescimento, não para me sentir culpada, mas para conseguir encarar meus erros, superá-los e dar passos maiores (em vez de ficar acomodada, esperando que alguém decida por mim quando e se devo correr atrás do que acredito). 

Aquilo foi me frustrando, mas eu não tinha coragem de mudar. Meu salário não era estratosférico, mas os benefícios eram muito bons (e até mesmo em caso de rescisão trabalhista sem justa causa os direitos seriam melhores que em outras empresas). Mas a verdade é que sempre soube que minha fase por ali seria temporária, porém o comodismo me deixou ali amargos SEIS anos, os quais dificultaram muito a minha vida quando decidi "acordar".

Com cinco anos de formada, já não poderia entrar em outra empresa como trainee (talvez a única opção de ingresso no mercado para graduados sem experiência), então como profissional sênior eu já teria que oferecer algo a mais. E o que eu tinha? Meia década na mesma função, um trabalho que por sinal exigia MUITA responsabilidade e dedicação, mas cuja imersão em outras empresas era muito restrita. E como eu não queria sair de uma prisão pra outra (queria me livrar dessa ideia de ter poucas empresas como opção para trabalhar), caiu a ficha de que meu tempo tinha passado. E aí veio o desespero.

O "estalo"

Há algum tempinho eu já tinha percebido que o trabalho em si não era minha paixão, mas na época eu achava o problema estava que em mim - que eu não gostava de trabalhar e só precisava de um emprego pra ter dinheiro, porque ter prazer no trabalho seria impossível. Investi nessa crença enquanto pude, até que aconteceram duas coisas: 1) comecei a questionar porquê eu gostava tanto da área, não enjoava de estudar sobre mas na prática não gostava trabalhar com ela e 2) além de o trabalho ficar cada vez mais estressante, o trânsito entre minha casa e a empresa (e entre esta e qualquer outro lugar) foi ficando cada vez pior, até chegar ao ponto de eu desistir do ballet (que era meu sonho desde criança!), de aprender outros idiomas ou de ter uma vida social, simplesmente porque ficava presa no trânsito e perdia os horários. 

Aos finais de semana, quando não ficava de cama (por conta de crises alérgicas ou alguma outra doença que o estresse me causasse), também não tinha ânimo de sair, porque não queria enfrentar filas, trânsito, mais barulho e gente louca do que já tinha que encarar no restante da semana. E um belo dia, colocando minha minhas contas em ordem percebi que tinha gastado cerca de 70% dos meus últimos salários com o combo: antialérgicos + cursos que não conseguia frequentar + surtos consumistas no horário do almoço. Após me sentir uma jumenta fútil, veio o "estalo" de que 70% do meu salário estava sendo gasto com problemas que o emprego me causava. Então isso queria dizer que eu poderia viver perfeitamente com os 30%. Bingo! Continuar naquele emprego não era tão necessário assim!

Continua...

30 de janeiro de 2017

Como Finalizar o Scab Hair?

Nesse universo de cabelo natural há um termo que se tornou conhecido entre boa parte das cacheadas e crespas que passaram pela transição capilar: o scab hair.

O scab hair nada mais é que o cabelo que nasce danificado, mesmo após cortar o uso de químicas. Além de já nascer mais ressecado e áspero que o normal, sua principal característica é o fato de parecer não reagir a qualquer tratamento - o que costuma desanimar horrores a quem tenta se livrar das químicas.

Quem acompanha minha trajetória capilar sabe que descobri a existência do scab hair ainda em transição, e tempos após o big chop percebi o cabelo (que já estava nascendo diferente) encorpar, enquanto o comprimento nascido danificado se destacava do restante. 


Foto: arquivo pessoal
Como algumas seções ainda estão com a raiz saudável bem curta, não tenho como cortar de uma vez toda a parte danificada. Dessa forma, procuro finalizar o cabelo priorizando duas coisas: 1) um tratamento diferenciado à parte ressecada, para que não danifique ainda mais e 2) fazer com que tenha maior número de days after possíveis, para diminuir a quantidade de lavagens durante a semana e com isso, o meu trabalho (risos).

Veja no vídeo abaixo como tem sido minha finalização atual (a qual me garante passar a semana tranquila, mesmo tendo uma rotina muito agitada):
Caso queira saber mais sobre o scab hair, leia esse post aqui e veja este vídeo aqui.

Beijinhos,

Ny.

28 de agosto de 2016

Resumo da Minha Transição Capilar - 18 meses!

Olá, gente linda!


Vocês sabem que compartilho no meu canal do youtube a minha trajetória capilar, desde a minha transição. Na época, não se falava muito no assunto e tive que me virar sozinha... Por um lado foi ruim (creio que teria sido mais fácil se tivesse acesso aos produtos e informações que temos hoje), mas por outro, me ajudou a não me prender a paradigmas e a me preparar pra estar pronta pra qualquer cabelo que viesse! rs

Eu (como a maioria das pessoas que começou a alisar o cabelo muito cedo) só me dei conta na transição de que não sabia como era o meu cabelo (textura, caimento etc). Claro que isso gerou medo e mais ansiedade, mas no final, valeu a pena enfrentar tudo isso!

Gravei um vídeo e contei com detalhes como foi cada parte desse processo, e mostrei fotos do crescimento também. Assista abaixo:



Espero que gostem!

Beijinhos,
Ny.

23 de março de 2016

Resenha: Escova Desembaraçante Ricca (Genérica da Tangle Teezer)



Hoje venho com a resenha de um produto bem interessante que descobri há algum tempo: a escova desembaraçante da marca Ricca.

Há um tempo estava cogitando adquirir algo do tipo, mas quem tem o cabelo afro natural sabe que não costuma ser um item acessível. Marcas líderes (e internacionais) como a Tangle Teezer e Denman Brush podem custar acima dos R$100, o que não está dentro da realidade de todo mundo.

Foi quando encontrei essa versão genérica (rs) em uma perfumaria, a qual afirma ter cerdas em duas alturas diferentes. Porém, para a minha surpresa, identifiquei 4 alturas de cerdas diferentes (o que teoricamente é melhor para o desembaraço dos fios). Como estava bem mais barata que a original (R$18), decidi arriscar.


Embalagem da Escova Ricca
Minhas Impressões

Fiquei realmente surpresa com a praticidade que esta escova proporciona. Ela desembaraça de forma mais rápida e menos fios se quebram. Fiquei impressionada com a quantidade de fios que estavam na escova após terminar, já que era bem menor que a usual.

As cerdas possuem maciez mediana (não são tão macias quanto as da Michel Mercier, por exemplo - a qual já manuseei na loja, porém nunca testei). Não sei que diferença isso faz na prática (já que é a primeira do tipo que testo), mas admito que o resultado foi bem melhor que o da escova comum que usava antes. O resultado a médio prazo é melhor ainda: por desembaraçar melhor os fios, diminui bastante a incidência de nós de fada.

Mas, nem tudo são flores...

Após poucos meses de uso, notei que algumas cerdas haviam entortado. Tudo indica que a escova não "deu conta" do meu cabelo (já que ele é bem cheio e com fios grossos). De qualquer forma, não posso culpar a marca, já que ela não promete ser adequada a fios volumosos (como a suposta inspirada Tangle Teezer) e eu que supus que ambas seriam equiparáveis.
Escova Ricca após meses de uso, com as cerdas tortas.

Outro ponto negativo é que o material do dorso (justamente o que fica apoiado na mão) é escorregadio. Isso não é nada prático para quem precisa manusear o cabelo molhado e cheio de creme (meu caso). É necessário ter muita atenção para não deixá-la cair. Porém, analisando a escova Tangle Teezer (no site da marca), notei que o material dela também é brilhoso, então provavelmente apresente essa mesma desvantagem.

Na minha opinião, essa escova é valida para quem tem dúvidas sobre a eficácia desse modelo; porém, não a recomendo para as crespas que tenham muito cabelo, por ser praticamente descartável (mas isso imaginando que as marcas mais caras não apresentem o mesmo problema). O que sei é que este modelo é vida para cabelos crespos, agora só preciso descobrir alguma marca que tenha qualidade melhor.

Conta pra mim se você já usou alguma escova desse tipo!

Beijinhos, 
Ny.

14 de fevereiro de 2016

Resenha: Máscara Mystic Jelly Sweet Hair Professional


Olá, meus amores! Hoje quero apresentar a vocês uma máscara de reconstrução maravilhosa, liberadíssima para no e low poo.

Ela tem como diferencial a sua forma de apresentação: é uma máscara em gel, com glitter, que faz espuma ao aplicar nos cabelos.

Consistência da Máscara Mystic Jelly

Minhas Impressões

Usei uma única vez porque para mim, foi o suficiente. Não tenho química no cabelo, porém, sofro de scab hair nas pontas e uso o secador semanalmente. Com isso, notei que as pontas estavam levemente elásticas e precisavam de uma reconstrução.

O efeito é imediato: a máscara age em 10 minutos e não é necessário usar touca. No momento da aplicação, o produto faz bastante espuma e os fios ficam macios. Somente no momento do enxágue é possível perceber que os fios estão enrijecidos, sem a elasticidade excessiva. É necessário usar um condicionador bem emoliente após o enxágue ou mesmo uma máscara de hidratação, para que os fios fiquem mais maleáveis para o desembaraço.

As purpurinas não ficam no cabelo, porém, ele fica absurdamente brilhoso. Creio que esta tenha sido uma estratégia de marketing da marca, para chamar atenção ao fato de que o produto proporciona brilho aos fios. Com isso, percebe-se que é um produto realmente bom, pois além de ter uma composição rica em proteínas  e agentes hidratantes, é liberada para no poo, o que quer dizer que não contém nenhum silicone insolúvel - e que o brilho proporcionado não é uma "máscara", mas realmente o resultado do tratamento.
Composição da Máscara Mystic Jelly

O rendimento é outro ponto forte: em meu cabelo (que é bem cheio) usei pouco mais que uma colher de sopa. É o tipo de máscara em que se pode investir e ficar despreocupado por um bom tempo. Pra quem faz química nos fios ou frequenta piscinas é um ótimo investimento! Porém, é sempre bom lembrar que reconstrução não é um tratamento adequado a fios que não estejam danificados (pois estes podem ficar enrijecidos em excesso, ásperos e quebradiços).

Vocês encontram a máscara Mystic Jelly na Inverto Distribuidora. Veja o produto neste link aqui.

E se quiserem ver o produto com mais detalhes, vejam este vídeo aqui.

Beijinhos,
Ny.

24 de janeiro de 2016

Resenha: Máscaras Soft Hair - Juramento x Resgate


Olá, pessoal! Tudo bem?

Hoje venho com mais uma resenha, dessa vez de dois lançamentos que tive o prazer de conhecer! São duas máscaras de ação rápida da Soft Hair, ambas liberadas para low poo.

Máscara Resgate

Segundo o fabricante, resgata o brilho natural e a maciez do cabelo, recuperando cabelos danificados, além de reduzir a quebra e auxiliar o crescimento.

Dentre os inúmeros componentes (rs), observa-se a presença de glicerina, manteiga de murumuru e óleo de côco babaçu.

Composição da Máscara Resgate Soft Hair

Tem a consistência bem densa, o que a torna ótima para aplicação mesmo quando "batizada" com outros componentes.


 

Máscara Juramento


O fabricante promete um "tri-efeito": regulador de volume, selagem dos fios e brilho. Tem forte apelo de marketing (como dizer que é adequado para cabelos que passaram por uma "tempestade de areia" ou por uma guerra mundial), dando a entender que seja um reconstrutor ou algo mais potente para dar um up nos fios após algum dano mais severo.

De fato, sua composição é razoavelmente interessante: contém  óleo de argan, manteiga de abacate e aminoácidos de queratina.

Composição da Máscara Juramento

A consistência é parecida com a da máscara Resgate, porém, aparenta ser um pouco mais emoliente:


Consistência da Máscara Juramento
Minhas Impressões


Nem sempre as máscaras que uso cumprem o que prometem na embalagem, e dessa vez não foi diferente. Lembrem-se que ainda tenho scab hair, então não é qualquer produto que consegue efetivamente melhorar o aspecto dos meus fios (se você não sabe o que é scab hair, leia este post aqui).

Embora a Juramento seja aparentemente mais nutritiva (e prometa ser de reconstrução), no meu cabelo o efeito foi de uma hidronutrição mediana (sendo que se começar a usar com frequência, o resultado é somente de hidratação). Na prática isso quer dizer que confere leve emoliência (o que dá a "liga" nos cachos) e hidratação razoável, o que facilita o desembaraço e mantém o cabelo menos ressecado.

Já a Resgate tem efeito de nutrição, dá uma leve "derretida" nos fios e é bem mais emoliente que a Juramento. Já no momento de enluvar é possível sentir os cachos se formando. A enquadraria como uma máscara de nutrição de qualidade, a qual em conjunto com a Juramento poderia compor a rotina de cuidados de um cabelo moderadamente danificado. Porém, não faz milagre em quem precise de algo muito potente para restaurar os fios. Imagino que isso somente ocorra em fios menos danificados (sem scab hair ou químicas transformadoras) no caso de passarem por algum dano não tão grave (como após um dia na piscina ou de pranchar os fios com chapinha).

Ambas deixaram os fios brilhosos e macios, sendo que ao usar de forma alternada, consigo manter o cabelo hidratado e mais fácil de desembaraçar e de formar os cachos. Realmente são de ação rápida e não é necessário batizá-las pra ter um efeito mais potente, caso o cabelo não esteja tão danificado. 

E quanto à promessa de auxiliar o crescimento, nem preciso dizer que nenhuma máscara tem esse poder, né? rs

Considero que são máscaras de qualidade mediana, com ótimo custo-benefício, e que embora não proporcionem exatamente o resultado prometido são ótimas para tratar fios com danos moderados.

P.S: Vocês encontram as máscaras Soft Hair e outros produtos liberados para No e Low Poo na loja Sem Petrolatos, parceira do canal Ny Macedo.

E se você quiser ainda mais detalhes sobre essas máscaras, veja este vídeo aqui.

Beijinhos,
Ny.





13 de janeiro de 2016

Resenha: Shea Moisture Curl Enhancing Smoothie

Hoje venho com uma resenha de mais um produto queridíssimo, um dos melhores que usei na fase pós-big chop.


O que diz o Fabricante

Trata-se de um finalizador que define os cachos, hidrata e reduz o frizz, além de deixar os fios brilhosos, sendo enriquecido com manteigas vegetais e nutrientes.
O fabricante orienta que o produto seja aplicado nos fios secos ou úmidos antes de estilizá-los. Também é indicado para fazer texturizações (como twists ou tranças).

Minhas Impressões 


Quem me conhece sabe que nem sempre uso os produtos de forma convencional, e com este não foi diferente. Testei de várias formas e irei compartilhar a que proporcionou melhor resultado.

Como vocês sabem, ainda tenho scab hair em algumas seções da cabeça, o que é algo bem complicado de finalizar e conseguir days after, porque essa parte não forma os cachos com facilidade (se você não sabe o que é scab hair, leia este post aqui). Então uma das formas que encontrei para reverter isso é usando gel (o qual tende a ressecar os fios). Sei que para evitar o ressecamento recomenda-se o uso de algum óleo vegetal antes, porém, eu não curto usá-lo no meu cabelo (porque ele tende a transferir pra pele das costas, a qual já é oleosa). 

Neste caso, o smoothie da Shea acaba sendo um substituto perfeito do óleo, já que hidrata e protege os fios e os deixa bem emolientes. Além de ter o cheiro maravilhoso, não deixa os fios pesados nem transfere oleosidade para a pele. Sem contar que é aquele tipo finalizador o qual você sente tratando os fios no momento da aplicação, dando uma leve "desmaiada" nos fios (como costumam fazer as máscaras de nutrição). Deu pra perceber que sou simplesmente apaixonada por esse smoothie, né?


Consistência do Smoothie Shea
Sobre a Composição

O smoothie da Shea tem uma composição muito rica, liberada para no e low poo, com manteigas de karité e de manga, óleos de coco, de macadâmia, abacate e cenoura, além do pantenol, da glicerina e de outros componentes benéficos para os fios.

Composição do Smoothie Shea


O lado negativo é que por ser um produto da gringa, não é algo fácil de encontrar no Brasil nem tem preço acessível por aqui. Com certeza é mais um produto no qual a indústria nacional deveria se inspirar.
 Beijinhos,
 Ny.